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CNC comemora retomada da agenda de reuniões do CDPC 27 27UTC janeiro 27UTC 2012

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CNC comemora retomada da agenda de reuniões do CDPC


  Nesta quinta-feira, 26 de janeiro, o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Manoel Vicente Bertone, convocou os membros da iniciativa privada da cadeia café para debater uma pauta estratégica para o setor. Segundo o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, o ponto positivo do encontro foi a retomada das reuniões do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), com a proposta de uma agenda positiva para o agronegócio café e a elaboração de calendário para as reuniões ordinárias do Conselho e dos Comitês que o compõem para o ano de 2012.

Brasileiro anota que esse fato é importante para que as propostas de políticas estratégicas do setor sejam levadas ao governo de forma consensual. “Com a paralisação deste fórum, de 2010 para cá cada segmento trazia individualmente ao governo suas propostas, o que dificultava para que, de fato, fossem criadas soluções aos problemas de cada um. Agora, com a reativação do CDPC, a ação isolada está banida e tudo que será apresentado ao governo virá através de aprovação conjunta e colegiada do Conselho”, explica.

Para a reunião de hoje, o CNC apresentou 10 pontos que considera elementares para a discussão de qualquer política para o café no Brasil. São eles:

1) Elaborar calendário das reuniões do CDPC para o exercício de 2012, definindo sua periodicidade;

2) Comitês de Assessoramento do Conselho: dada a importância dos Comitês em discutir e sugerir matérias relevantes nas diversas áreas de atuação, deverá também ser elaborado um calendário para suas reuniões, cujas sugestões terão que ser aprovadas pelo Conselho;

3) Proposta para Plano de Safra e Preço Mínimo de Garantia: o CNC nomeará uma Comissão Especial para apresentar proposta até o dia 10 de fevereiro e sugere que os demais membros também o façam, assim poder-se-á ter uma troca de informações e consultas antes da reunião do CDPC, na qual aprovaríamos esta matéria de tamanha importância para todos os membros e, em especial, para a produção;

4) Proposta de parâmetros para o retorno do café adquirido através das Opções ao mercado: a) definir critérios para estabelecer preço mínimo de venda; b) definir épocas do ano em que o café pode ou não ser vendido;

5) Propor o aprimoramento da estrutura do Departamento do Café (Dcaf) com a possibilidade de criação de uma nova coordenadoria para abrigar o acervo e as funções do Centro de Inteligência do Café (CIC);

6) Solicitar o aprimoramento dos trabalhos estatísticos, especialmente em relação a georreferenciamento, produção, estoques, exportações, industrialização e consumo de café;

7) Tomar conhecimento dos temas que serão objeto de discussão na próxima reunião da Organização Internacional do Café (OIC) e definir o posicionamento brasileiro em relação aos mesmos;

8) Sugerir empenho do Ministério da Agricultura para a aprovação, no Congresso, da Medida Provisória 545, que trata do PIS/Pasep e da Cofins;

9) Propor a criação de um programa para a renovação gradativa do parque cafeeiro nacional;

10) Propor apoio do CDPC para a criação do Seguro Catástrofe na produção de café.

Ainda conforme o presidente executivo do CNC, foi aprovada sua proposta de ampliação dos membros dos comitês diretores do CDPC, através de novo decreto que será editado pelo ministro Mendes Ribeiro Filho. “A ampliação dos comitês é essencial para que possamos debater e definir políticas pontuais para cada uma das áreas da cafeicultura brasileira, abordando desde planejamento estratégico, passando por pesquisa e desenvolvimento, promoção e marketing, até chegarmos aos acordos internacionais do café”, detalha.

De acordo com ele, os comitês terão vital importância para tratar de assuntos fundamentais para a discussão das políticas para o setor, conforme os pontos apresentados pelo CNC na reunião.

Em relação à situação das indústrias de café solúvel, Silas Brasileiro destaca que o colegiado deve buscar soluções para acabar com a discriminação imposta pela Comunidade Européia que, desde 2006, quando o café nacional deixou de fazer parte do Sistema Geral de Preferências (SGP) do bloco, o produto passou a ser taxado em 9%, o que penaliza o setor e tira a sua competitividade. Quanto à indústria de torrefação e moagem, foi apresentada cópia de demandas para o ministro Mendes Ribeiro.

O presidente executivo do CNC lembra, também, que o café, por ser uma commodity diferenciada, uma cultura perene, necessita ter um fórum da importância do CDPC ativo, com este servindo de plataforma para a cadeia café saber qual o seu propósito e as metas a serem alcançadas.

Por fim, Brasileiro conta que a primeira reunião ordinária com os representantes do governo e do setor privado no CDPC foi agendada para o dia 16 de fevereiro. “Antes, porém, os membros da iniciativa privada do café farão uma reunião prévia, em São Paulo, para propor uma pauta consensualmente definida, de forma que seja apresentada para aprovação do Conselho”, finaliza.

Assessoria de Comunicação

Paulo André Colucci Kawasaki

Contatos:(61)2109-1637/8114-6632/imprensa@cncafe.com.br/ @pauloandreck

Feirantes do município de Patrocínio recebem 40 barracas da Administração 25 25UTC janeiro 25UTC 2012

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Feirantes do município recebem 40 barracas da Administração Versão para impressão Enviar por E-mail
ASSCOM/PMP
Feira Livre

 

Nas próximas quinta-feira (26) e sexta-feira (27) o Governo Municipal fará a entrega de 40 barracas para os feirantes.

 

As barracas seguem um padrão único e atenderá à Feira Livre que atua nos bairros São Cristóvão, Constantino, Boa Esperança, Carajás, São Benedito, Morada Nova e Serra Negra e aos feirantes da Feira do Produtor Rural que atuam nos bairros São Francisco e Marciano Brandão.

 

Para comemorar o apoio e incentivo da Prefeitura, que mais uma vez promove a valorização do trabalhador e famílias patrocinenses, proporcionando condições dignas para o desempenho de suas atividades, nos dias de entrega das barracas haverá uma atividade especial para as crianças e comunidades: pipoca, pula-pula e algodão doce.

 

A entrega das barracas para a Feira Livre, acontece nesta quinta-feira (26), a partir das 18h, na Rua Camilo Augusto de Andrade, bairro Constantino.

 

Para a Feira do Produtor Rural, a entrega acontece na sexta (27), a partir das 18h, na Avenida Dom José André Coimbra, próximo ao Clube Catiguá.

 

Traga sua família e participe!

CNC – Setor debate nova modalidade de seguro para proteção de renda na cafeicultura 25 25UTC janeiro 25UTC 2012

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Setor debate nova modalidade de seguro para proteção de renda na cafeicultura

Novo modelo de seguro pretende proteger a renda do produtor na eventualidade de prejuízos gerados por adversidades climáticas, possibilitando que continuem na atividade.

Nesta segunda-feira (23/01), o Conselho Nacional do Café (CNC), representado pelo presidente executivo Silas Brasileiro, e a Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), representada pelo presidente Breno Mesquita e pela assessora técnica Carolina Bazilli, reuniram-se com Edilson Alcântara, diretor do Departamento do Café (DCAF) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para tratar de um novo modelo de seguro rural para a cafeicultura, apresentado pelo superintendente de seguros agrícolas, Gláucio Nogueira Toyama. Também estiveram presentes o diretor do Departamento da Cana de Açúcar e Agroenergia, Gerardo Fontelles, a coordenadora geral de Planejamento e Estratégias, Cláudia Marinelli, o coordenador geral de Apoio ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), Marconni Sobreira, além do presidente e o diretor do Sindicato Rural de Altinópolis (SP), Guilherme Vicentini e João Abrão, respectivamente.

De acordo com o presidente executivo do CNC, esse novo modelo de seguro para a cafeicultura almeja proteger a renda do produtor na eventualidade de prejuízos gerados por adversidades climáticas, possibilitando que continuem na atividade, uma vez que as modalidades hoje existentes cobrem somente a parte da lavoura afetada e não a receita que seria gerada com a produção. “Discutiu-se a implantação do seguro, inicialmente, a partir do estágio da lavoura com o chumbinho até a colheita. O seguro teria ampla cobertura de intempéries e a taxa a ser aplicada deverá respeitar as características das regiões produtoras, haja vista as diferenças climáticas existentes”, explica.

Silas Brasileiro anotou que a aplicação da taxa desse novo seguro também deve levar em conta a produtividade média de cada região, porém o cálculo atuário não incluirá a incidência de pragas e doenças, uma vez que não há como calcular com precisão o impacto que trazem à produção. Já a base dessa nova modalidade será o seguro agrícola convencional. “Temos que lembrar que a preocupação do Governo Federal é criar um seguro para manter o produtor na atividade quando da ocorrência de adversidades climáticas como o granizo, cuja incidência é pontual e, não havendo um seguro, o produtor não tem como continuar no campo. O objetivo, portanto, não &eac ute; gerar lucro através dessa ferramenta”, pondera.

O presidente executivo do CNC conta que, após as apresentações sobre essa nova modalidade de seguro para a proteção da renda do cafeicultor, ficou convencionada uma nova reunião, da qual também deverão participar diretores de cooperativas, para definir a forma de aplicação da ferramenta, “de maneira que tenha a maior abrangência possível”.

 CDPC — O secretário de Produção e Agroenergia do Mapa, Manoel Bertone, convocou, para a próxima quinta-feira (26/01), todos os segmentos da cadeia café para participarem de um encontro extraordinário, o qual marcará a retomada das reuniões do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC). “Esse encontro, que também contará com a presença do diretor Edilson Alcântara, foi uma sugestão nossa para a definição da agenda positiva do agronegócio café em 2012. Assim como fazemos no CNC, a intenção é ter um modelo positivo de condução do agronegócio café brasileiro, de maneira que já tenhamos definidas as datas das reuniões dos comitês e do CDPC como um todo. É preciso trabalhar em conjunto par a alcançarmos os melhores caminhos para os Cafés do Brasil”, conclui Silas Brasileiro.

Mais informações para a imprensa:

Assessoria de Comunicação

(61) 2109-1637 / 8114-6632

Paulo A. C. Kawasaki

imprensa@cncafe.com.br / @pauloandreck

19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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Bom dia Sr. Miron,
 
Informamos que sua inscrição na ABCOP foi aceita.

Favor nos enviar , foto e mini currículo nos moldes dos que estão no site, via e-mail ou fax (11) 3782 9935.

Vinício Magalhães.
www.abcop.com.br

Planejamento estratégico de campanha eleitoral, Prefeitos e Vereadores 19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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Mironmarketeiropolitico.wordpress.com

 Fonte de: Alan Kardec Borges é sócio-diretor da Stratégia – Marketing Políticohttp://noticiasdobem.files.wordpress.com/2011/04/xadrez.jpg?w=459&h=348&h=348

Não se concebe mais uma campanha eleitoral feita ao acaso, da forma antiga, sem pesquisa, estratégia, informação e produção publicitária especializada. A campanha moderna requer informações confiáveis e uma estratégia eficaz.

Entender a diferença entre o marketing comercial e o político é importante para a elaboração de um planejamento de campanha. Muitas agências de publicidade acham que fazer campanha eleitoral é a mesma coisa que vender uma marca de sabão. Puro engano! Os “produtos” são diferentes. No marketing comercial, o produto é mais fácil de ser vendido, pois todos nós temos a necessidade de consumir leite, arroz, feijão, produtos de limpeza, beleza e higiene pessoal. O consumidor vai ao mercado e já sabe os produtos que quer levar, apenas escolhe a marca. No marketing político, não. É o produto (candidato) que tem que convencer o consumidor (eleitor) ao consumo, ao ato de comprar (votar).

Quando uso a analogia candidato/produto, faço referência à busca pelo convencimento que cada um se esforça para fazer no mercado, seja consumidor ou eleitoral. O que importa é que a concorrência é quase igual, cada candidato com suas estratégias (ou falta delas) ressaltando seus pontos fortes e minimizando os fracos.

Entender a diferença exposta acima é fundamental em qualquer planejamento estratégico de campanha eleitoral. Primeiro, porque grande parte da população (70%) não tem interesse algum por política. Segundo, porque estaremos oferecendo um produto com uma carga pejorativa extrema.

Diagnóstico eleitoral
O primeiro passo de qualquer campanha eleitoral é o diagnóstico, que deverá prezar pelas informações extremamente confiáveis e sem romantismo. Saber quantos prefeitos, vereadores, deputados e líderes comunitários um candidato tem é de real importância. A partir daí, já se poderá esboçar o potencial eleitoral do mesmo.

Dados atualizados do eleitorado dos estados, municípios ou regiões é de suma importância para pode calcular o potencial eleitoral de cada candidato e o tamanho do público-alvo que se espera atingir. O TSE e IBGE são importantes fontes para conseguir essas e outras informações.

Posicionamento de campanha
“O termo posicionar implica a idéia de espaço. Posicionar, então, equivale a ocupar um espaço favorável para atingir um objetivo. Significa encontrar um espaço potencial de crescimento, que a torne competitiva dentro do quadro político da eleição”. (Francisco Ferraz)

O posicionamento é composto da seguinte forma:
Foco: O foco de uma candidatura é, em última análise, a razão mais forte e convincente pela qual os eleitores devem votar naquele candidato e não nos outros.

Imagem: A imagem do candidato, portanto, é um dos elementos-chave no posicionamento da sua candidatura. A primeira exigência que a imagem deve atender é possuir um alto grau de coerência com o foco da campanha e com sua propostas.
Propostas: A proposta de um candidato (majoritário ou proporcional) deve condizer com o foco e a imagem da candidatura.
Trabalhando a construção destes três componentes (imagem, foco e propostas) o posicionamento estará definido.
Análise SWOT
Todo planejamento de marketing, seja político ou mercadológico, precisa realizar um diagnóstico preciso sobre o mercado (eleições), as empresas (partidos) e o produto (candidatos). Um dos componentes de grande valia nessa etapa do marketing é a análise SWOT, sigla que vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) eThreats (ameaças).É fundamental que uma análise SWOT seja realizada uma vez por ano, de forma que se possa acompanhar as mudanças ocorridas na imagem do político ou no cenário social. Para visualizar melhor este instrumento, ele se divide em duas partes, a que analisa o ambiente interno (forças e fraquezas) e a que analisa o ambiente externo (oportunidades e ameaças). Vale lembrar que nesta última parte os fatores não são controláveis, mas podem ser previstos.O ponto forte de um candidato pode ser seu histórico pessoal, uma boa gestão num cargo executivo, sua popularidade, etc. Os pontos fracos podem ser uma má reputação, baixa popularidade, adjetivos pejorativos, má administração no executivo, enfim.Entretanto, a grande virtude da análise SWOT é saber detectar as características e históricos do candidato, que devem ser minimizadas ou exploradas. Se o candidato possui o apoio de um político muito rejeitado, não é seguro divulgar aos quatro ventos a existência desse apoio.Segmentação do eleitorado
Se existe uma prática que a política absorveu do marketing comercial e que não podemos mais abrir mão, é a segmentação do eleitorado. A importância da segmentação se torna mais evidente em cidades de médio e grande porte. Um candidato a vereador na cidade de São Paulo, por exemplo, não tem as mínimas condições de realizar uma campanha em toda a cidade, que chega a ser maior que diversos países.

Não podemos esquecer que uma campanha eleitoral tem o objetivo de comunicar a mensagem certa para o eleitor certo. A segmentação do eleitorado, além de ser uma estratégia necessária, torna a campanha mais barata, já que o custo envolvido na conquista do voto varia dentro do eleitorado.

O eleitorado pode ser dividido em três grupos. No primeiro, estão os eleitores que certamente votarão no candidato. Este segmento requer menos custos, ou seja, tempo e recursos. São os eleitores que já conhecem o candidato e não o rejeitam. Então, a chance de voto é bem maior aqui.

No segundo segmento, temos os eleitores que estão determinados a não votar no candidato. O tempo e o custo para persuadir este eleitor são inviáveis, levando em conta a pequena probabilidade de sucesso. São os eleitores que rejeitam determinada candidatura e dificilmente mudarão de opinião.

No terceiro e maior segmento, estão os eleitores que podem vir a votar no candidato. É justamente aqui, que deve se concentrar o maior esforço da campanha. O “target”, ou eleitorado alvo, é aquele que quantitativamente pode eleger o candidato, já que o primeiro segmento pode não ser muito expressivo.

No entanto, é necessário segmentar ainda mais o eleitorado para compreender melhor a sua quantidade e localização. Isto será possível com a ajuda de pesquisas quantitativas e das seguintes variáveis: DEMOGRÁFICAS (sexo, idade, etnia, região, religião); SOCIOLÓGICAS (renda, escolaridade, ocupação); POLÍTICAS (partido, ideologia, tendências, opiniões, rejeições) e ATITUDINAIS (valores, opiniões, prioridade, crenças).

Com estas informações, será possível identificar o eleitor potencial que garantirá a vitória. Sabendo ainda, onde ele se encontra, o que pensa, qual a probabilidade de votar, valores, expectativas, etc. Isto ajudará na estratégia de comunicação da campanha, que precisa ser mais personalizada, específica e direcionada.

Seja diferente
Você precisa se diferenciar para ser lembrado, seja no marketing político, eleitoral ou governamental. Ser diferente é fundamental, uma vez que vivemos numa sociedade com excesso de informações e precisamos sempre destacar nossas mensagens e valores.

A classe política precisa aprender com as grandes marcas existentes no mercado. O sabão Omo é diferente porque ele “lava mais branco”, a sandália Havaiana é diferente porque é “a legitima”, a Casas Bahia é diferente porque “vende mais barato”, e assim por diante.

O marketing de mercado utiliza essa estratégia para que o consumidor tenha elementos auxiliares para uma comparação com outra marcas. Se existem dezenas de sabão, tenho que agregar um valor ao meu produto e fazer com que ele seja lembrado mais facilmente pelo consumidor, levando-o a compra.

Na vida política não é diferente. Imaginemos uma eleição municipal, numa cidade de médio porte, com 20 a 30 vagas na câmara municipal e em média 400 candidatos. Em apenas três meses de campanha, cada candidato a vereador deverá estabelecer dezenas de canais de comunicação com o eleitor, criando assim, um congestionamento de informações. Como o eleitor inicia seu processo de escolha apenas 15 dias antes do pleito e o nosso cérebro funciona de forma seletiva – absorvendo apenas o que interessa – grande parte da propaganda eleitoral terá sido em vão.

Entretanto, se um desses candidatos realizarem uma campanha diferente, com um posicionamento bem definido, uma estratégia eficaz, projetos críveis e uma propaganda moderna, obviamente ele terá seu nome lembrado pelo eleitor no dia da eleição. Por isso que é de fundamental importância contar com profissionais especializados em cada área do marketing político (propaganda, estratégia, pesquisa, assessoria de imprensa, jurídica, etc).

Slogan de campanha
O slogan é um item fundamental em qualquer campanha eleitoral, principalmente as candidaturas proporcionais, que têm a difícil tarefa de se diferenciar de centenas de concorrentes. Um bom slogan deve ser capaz de sintetizar a candidatura e a imagem do candidato em quatro ou cinco palavras fortes.

“A repetição exaustiva de quatro ou cinco palavras ‘quentes’, como por exemplo um adjetivo forte, em tudo que estiver relacionado ao candidato – discursos ou malas-diretas -, levam o eleitor a, inconscientemente, identificá-lo com elas… O slogan deve conter o contraste que favoreça o candidato.” (Rick Ridder, consultor do Partido Democrata, EUA).

Vejamos a campanha de Barack Obama, com o famoso Yes, we can (Sim, nós podemos). O slogan conseguiu traduzir o espírito de transformação que a sociedade americana desejava após oito anos de Bush. O change (mudança) também acompanhava as principais peças publicitárias da campanha e reforçava a latente rejeição ao continuísmo.

Antes de tudo, o slogan é peça chave no “mix de marketing” e deve ser condizente com a estratégia da campanha. Por exemplo, se um candidato a deputado estadual segmenta a sua candidatura geograficamente e escolhe uma cidade como seu principal reduto eleitoral, evidentemente que o seu slogan deve fazer referência a esta estratégia e à cidade. Se for uma região, a mesma coisa.

Além disso, o slogan serve para classificar rapidamente a identidade de um candidato. Imaginemos um eleitor, vendo uma faixa de campanha de um deputado estadual com o seguinte slogan: Em defesa da saúde pública. Obviamente, o eleitor que não conhecia tal candidato, passará agora – no mínimo – a identificar a síntese da campanha, que estrategicamente tem a saúde pública como seu principal foco.

É necessário entender a cabeça do eleitor e o excesso de informações a que eles estão expostos. Uma campanha eleitoral envolve centenas de candidaturas, com milhares de propaganda, nos mais variados meios. E toda e qualquer peça publicitária de sua campanha deve ter o objetivo de identificar e gravar o candidato na cabeça do eleitor, fazendo prevalecer a sua mensagem.

ETAPAS DA CAMPANHA ELEITORAL


Lançamento da candidatura (5 dias):

O objetivo aqui é tornar a candidatura conhecida e apresentá-la posicionada para a disputa, com o máximo de divulgação na mídia. A inauguração do comitê central da campanha deve ser construída com profissionalismo, fazendo disso um ato político, uma oportunidade única, onde o candidato demonstrará a sua força e comunicará “a que veio”, qual o sentido da candidatura e porque os eleitores devem votar nele.
É preciso lembrar que o lançamento da candidatura não vai se resumir apenas ao dia do evento. Uma semana de preparação é o tempo ideal para se buscar um resultado positivo, bem como, repercutir ao máximo a realização desse evento.
As atividades de preparação envolvem a logística de sua organização, os convites para o ato, a informação aos veículos de comunicação, a produção de peças publicitárias para decorar o ambiente e a preparação do discurso do candidato. É importante escolher uma data em que não haja nenhum outro evento importante, para evitar a concorrência com o ato e para que ele possa ser o fato político do dia.
Após o lançamento, entra em campo as atividade de repercussão. Após filmar e fotografar o ato para uso posterior, o trabalho da campanha vai se deslocar para conquistar espaços nas mídias locais, setoriais e de bairros.
Início da campanha (10 dias):

O objetivo aqui ainda é repercutir o lançamento da campanha e tornar o candidato e sua mensagem conhecidos. Nessa fase serão apresentados os principais apoios do candidato, se possível um apoio por dia, para que esse momento de adesão seja ampliado e mostrando ao eleitorado que ele tem chances de vitória.
Em seguida, o candidato vai partir para reuniões com moradores de bairros e segmentos do eleitorado, demonstrando que sua candidatura também conta com o apoio da população. Esse também é o momento ao qual o candidato vai visitar os principais redutos eleitorais, as principais cidades.
Consolidação da candidatura (15 dias):
Esta fase antecede o período da propaganda eleitoral gratuita. O objetivo aqui é levar a candidatura para a rua e fixar junto ao eleitorado uma organização que a sustente. As atividades do candidato estarão condicionadas a sua agenda, que vai servir como instrumento indispensável para aproveitar com o máximo de racionalidade o reduzido tempo disponível do candidato.
Nesta fase é importante que se consolide os apoios já conquistados, como os prefeitos, os cabos eleitorais, os líderes sindicais, de associações, etc. Em seguida o corpo-a-corpo deve se intensificar. De preferência auxiliado pelos apoiadores, que criarão as oportunidades. Vale lembrar que em eleições proporcionais o corpo-a-corpo tem muita importância na decisão do voto.
Desenvolvimento da campanha (55 dias):
Um balanço entre a fase anterior e a fase de desenvolvimento da campanha será necessário para a aplicação de alguns ajustes na campanha e na equipe. Após esse balanço, o objetivo desta fase será a intensificação do corpo-a-corpo. É Nesta fase que a candidatura deverá ganhar “corpo” e “movimento”. “Corpo” é a implantação da campanha na sociedade, onde quem apoia precisa mostrar seu apoio e trabalhar para conseguir outros. O “corpo” da candidatura será demonstrado por sua presença na rua e os eventos realizados pelo candidato, como passeatas, carreatas e comícios. Já o “movimento” da campanha significa o ritmo de atividades que vai ser criado.
Reta final (10 últimos dias):
Esta última fase da campanha é o momento do tudo ou nada, onde o candidato deverá investir todos os seus recursos, humanos ou financeiros. É o momento de conquistar os eleitores indecisos e cooptar os votos das candidaturas sem viabilidade. É o momento de criar uma “dinâmica vencedora”, mostrar para o eleitorado que a candidatura está em ritmo acelerado e tem chances de vitória. O trabalho de campo, a distribuição do material de propaganda, as carreatas, os comícios e o corpo-a-corpo do candidato terá que ganhar uma atenção especial com o aumento quantitativo dessas ações. Se possível for, todas as ações realizadas na fase anterior (desenvolvimento) terão de dobrar em número.

Como é comum a indecisão no voto proporcional, a criação de uma peça publicitária de boa qualidade, atraente e clara será de fundamental importância nos dois últimos dias de campanha.
O objetivo principal desta fase é passar para o eleitor um clima de vitória, fazendo o candidato percorrer os seus principais redutos eleitorais num curto espaço de tempo.

19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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TJ condena município a indenizar menor

Consultoria de Pesquisa JurisWay

O município de Contagem terá de indenizar a menor D.A.M. por danos morais em R$ 5 mil e sua mãe, a manicure E.D.M., em R$ 2.500 pelo acidente sofrido no parque de uma escola pública. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reduziu a indenização fixada pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Contagem, Marcus Vinícius Mendes do Valle.

Em 25 de agosto de 2005, a menina, na época com nove anos, brincava no parquinho da escola D. Gabriela Leite Araújo, cujos brinquedos eram feitos com peças de eucalipto. Uma das peças se soltou e caiu em seu pé, causando fratura exposta, o que levou sua mãe a ajuizar ação contra o Estado pleiteando danos morais.

O município contestou argumentando que a garota contrariou orientações de disciplinadores da escola e entrou em local proibido e devidamente cercado. Afirmou ainda que os servidores da escola tomaram todas as providências para o socorro da menina. A tese não foi aceita pelo juiz, que condenou o município a indenizar cada uma em R$ 6 mil.

O município recorreu ao Tribunal. A turma julgadora, formada pelos desembargadores Dídimo Inocêncio de Paula, relator, Judimar Biber e Kildare Carvalho, reduziu o valor da indenização sob o entendimento de que esse não deve representar enriquecimento da parte nem deve ser irrisório, para configurar realmente uma punição.

A respeito da responsabilidade da escola no acidente, o relator afirmou em seu voto: ao receber a estudante, menor impúbere, confiando ao estabelecimento de ensino da rede oficial para as atividades curriculares, de recreação, aprendizado, formação escolar, a entidade de ensino fica investida no dever de guarda e preservação de sua integridade física, com a obrigação de empregar a mais diligente vigilância, para prevenir e evitar qualquer ofensa e/ou dano que possam resultar do convívio escolar.

Assessoria de Comunicação Institucional – Ascom
TJMG – Unidade Goiás
 

Importante:
1 – Todos os artigos podem ser citados na íntegra ou parcialmente, desde que seja citada a fonte, no caso o site www.jurisway.org.br.

19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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Governo Federal autoriza licitação para a construção da Praça do PEC Versão para impressão Enviar por E-mail
ASSCOM/PMP
Praça PECO Governo Federal comunicou nesta quarta-feira (19) a autorização para que a Administração Municipal dê início ao processo de licitação para a construção da Praça do PEC, no antigo terreno e prédio da União Operária, Bairro Marciano Brandão.

A Praça do PAC, agora denominada Praça dos Esportes e da Cultura – PEC – compõe o PAC 2 e tem como objetivo integrar num mesmo espaço físico, programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação para o mercado de trabalho, serviços sócio-assistenciais, políticas de prevenção violência e inclusão digital, de modo a promover a cidadania.

O projeto apresentado pela Administração contempla uma quadra esportiva coberta; pista de skate; biblioteca; bicicletário; um telecentro com internet; espaço criança e um teatro multifuncional; pista para caminhada e um Centro de Referência da Assistência Social – CRAS. O espaço promete ser uma área de assistência social, lazer, esporte e cultura destinada principalmente a crianças e adolescentes.

No dia 29 de julho de 2010, a comunidade aprovou por unanimidade e comemorou a implantação da praça no local.

Com a autorização do Governo Federal, a Administração tem até 180 dias para iniciar as obras. Isso envolve o prazo para a publicação do edital de licitação, recursos e início efetivo da obra. A empresa vencedora da licitação ficará responsável por cumprir todo o cronograma da obra e a instalação de todos os equipamentos. A única contrapartida da prefeitura é o acervo bibliográfico que ficará na biblioteca.

O recurso previsto é da ordem de 2,1 milhões de reais.

Mais um sonho que vai se tornando realidade para toda a população de Patrocínio. Porque com trabalho sério, transparente e comprometido, o desenvolvimento chega para todos.

19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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Inscrições para o ProUni terminam hoje

 

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Terminam hoje (19), exatamente às 23h59, as inscrições para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (ProUni) que vai distribuir 195 mil bolsas de estudo em instituição particulares de ensino superior para o primeiro semestre de 2012. Até as 18h de ontem, 918 mil candidatos haviam feito a inscrição.

Podem participar do ProUni estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou que estudaram em colégio particular com bolsa integral. Também é necessário ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 e alcançado pelo menos 400 pontos na média das provas objetivas e não ter zerado a redação.

Até o fim da tarde de ontem, o sistema recebeu 1, 7 milhão de inscrições – cada estudante pode escolher até duas opções de cursos, indicando sua prioridade. São Paulo é o estado com o maior número de inscrições: 335 mil. Em seguida, vêm Minas Gerais, com 208 mil; Bahia, com 123 mil; Rio Grande do Sul, com 118 mil; e Rio de Janeiro, com 117 mil.

Do total de bolsas oferecidas, 98 mil são integrais e 96 mil parciais, que custeiam 50% da mensalidade. O benefício integral é destinado àqueles com renda familiar per capita mensal de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais podem ser pleiteadas por quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos.

A lista dos aprovados em primeira chamada está prevista para 22 de janeiro. Os selecionados deverão comparecer à instituição de ensino onde conseguiram a bolsa no período de 23 de janeiro a 1° de fevereiro para apresentar a documentação necessária e providenciar a matrícula. Após esse processo de confirmação, será divulgada a segunda chamada no dia 7 de fevereiro. Ao fim das duas chamadas, o sistema vai gerar uma lista de espera para preencher as bolsas remanescentes. Os interessados em participar dessa lista deverão fazer o pedido no próprio site do ProUni entre 22 e 24 de fevereiro.

Edição: Graça Adjuto

Júri condena cinco acusados do assassinato da deputada Ceci Cunha 19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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Júri condena cinco acusados do assassinato da deputada Ceci Cunha

Débora Zampier*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os cinco acusados de envolvimento nas mortes da deputada Ceci Cunha, do marido e mais dois parentes dela foram considerados culpados hoje (19) pelos crimes. A decisão foi do júri popular formado para analisar o caso. O ex-deputado Talvane Albuquerque foi condenado como mandante do assassinato. Os outros quatro – José Alexandre dos Santos, Mendonça Medeiros da Silva, Jadielson da Silva e Alécio Vasco – foram considerados autores materiais.

A leitura das sentenças pelo juiz da 1ª Vara Federal de Alagoas, André Granja, deve terminar na manhã de hoje. Os réus ainda podem recorrer da sentença no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. O caso foi a julgamento 13 anos depois de os crimes terem sido cometidos.

Jadielson Barbosa recebeu pena de 105 anos de prisão em regime fechado. Alécio Alves Vasco foi condenado a 87 anos e três meses, também em regime fechado. José Alexandre dos Santos, o Piaba, recebeu pena de 105 anos. Mendonça Medeiros da Silva cumprirá pena de 75 anos e 7 meses.

Ceci Cunha, o marido e mais dois parentes foram assassinados em 1998 em Maceió (AL). O primeiro julgamento relativo ao crime começou há três dias com o depoimento de testemunhas e o interrogatório de dois acusados, José Alexandre e Mendonça Medeiros.

Anteontem (17) foram ouvidos Alécio, Jadielson e Talvane. Todos negaram participação no crime, inclusive os réus confessos, que alegaram ter sido torturados para assumir a autoria. Ontem, o último dia do julgamento, houve alegações finais da acusação e da defesa. Essa etapa durou dez horas – foram três horas de exposição para cada lado, com mais duas de réplica e tréplica.

A acusação usou gráficos de rastreamento telefônico dos acusados por meio de torres de celular. Eles revelaram a movimentação da deputada e dos supostos assassinos, conforme acusação do Ministério Público (MP) antes e no dia do crime, incluindo a rota de fuga. Também lembrou a ligação gravada entre Talvane e o pistoleiro Chapéu de Couro para tratar da morte do deputado Augusto Farias, que, segundo o MP, acabou sendo substituído por Ceci Cunha na mira do assassino.

A defesa dos réus levantou dúvidas sobre o conteúdo do depoimento da irmã de Ceci, Claudinete Maranhão, única sobrevivente da chacina, ao lado do filho dela que na época era um bebê. Os advogados argumentaram que ela deve ter se confundindo ao reconhecer Jadielson como um dos autores dos disparos. Também disseram que as testemunhas estavam sugestionadas a culpar Talvane desde o início.

Colaborou Renata Giraldi//Edição: Graça Adjuto

Notícias 19 19UTC janeiro 19UTC 2012

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